Business Intelligence (BI): uma ferramenta estratégica

Na ambiência digital, as possibilidades se potencializam. Entretanto, é necessário saber filtrar, organizar e analisar a infinidade de dados existentes à disposição para conseguir extrair os melhores resultados. É nesse contexto que o mercado contemporâneo, alinhado às novas demandas e à tecnologia, insere o Business Intelligence (BI) como uma das estratégias essenciais para a utilização satisfatória desses dados.

Traduzindo, Business Intelligence significa “Inteligência de Negócios” e pode ser compreendido como um conjunto de técnicas que transformam uma grande quantidade de dados em informações estratégicas para os mais diversos setores da organização, elevando o nível de assertividade da gestão.

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Confira quais são os pilares do Business Intelligence

Para tanto, o BI se estrutura a partir de 3 pilares:

  • coleta de dados;
  • organização e análise;
  • ação e monitoramento.

No primeiro deles coletam-se as informações a partir de categorias como produtividade, oportunidades, reputação, riscos. Após a coleta realiza-se a análise e organização em bancos de dados de maneira que facilite a interpretação por parte dos gestores. Por fim, os gestores, a partir desses dados, tomam as decisões e monitoram os resultados.

Além desses pilares, para criar e aplicar uma estratégia de BI é necessário investir em pontos como a qualidade e confiabilidade dos dados e no armazenamento em local acessível, porém, seguro. Ademais, uma visão clara dos objetivos, conhecendo seus pontos fortes e fracos e suas necessidades, mas com flexibilidade para realizar mudanças de acordo com a meta do negócio também são fundamentais para garantir a aplicabilidade do BI.

Veja como funciona as implementações de BI

Nas implantações de BI modernas, o gerenciamento de dados é parte primordial, principalmente porque as fontes estão cada dia mais complexas e diversificadas, demandando das organizações um investimento em curadoria de dados.

Nesse sentido, o Gerente Sênior de Marketing de Produtos da Tableau, Mike Hetrick, explica que “A curadoria dos dados é o processo de identificação de quais fontes de dados são necessárias, contextualizando-os em relação aos negócios para que os usuários corporativos possam interagir com eles, entendê-los e usá-los para criar análises”.

Seguindo essas e outras tendências para a aplicação do BI, a Piattino já coleciona alguns cases nos quais o BI, de maneira direta ou indireta, auxiliou na resolução dos desafios, como no caso do Uber Eats, quando a empresa entregou uma visão de Business Intelligence consistente e com informações precisas que contribuiu para a tomada de decisões estratégicas para a expansão dos negócios da multinacional americana no Brasil.

 

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